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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Dicas e cenas | Microarroz da Tupperware


E eu hoje descobri a oitava maravilha do mundo! Finalmente consigo fazer arroz branco solto e neste momento só falta dar pulinhos de alegria. Um exagero, eu sei...

Raras foram as vezes que consegui fazer arroz solto mesmo utilizando mil e uma técnicas caseiras do tempo das nossas avós [lavar o arroz, colocar umas gotas de limão, ...] e quando vi um folheto promocional da Tupperware com uma caixinha de fazer arroz no micro-ondas com 50% de desconto [eu e os descontos...] pensei que fosse um bom investimento para o meu enxoval.

Claro que não consegui mantê-la fechada no saco e fui experimenta-la. No inicio parecia uma tonta com o folheto das instruções a tentar perceber como é que funcionava mas acho que até é bastante facil e prático. É só colocar arroz e água de acordo com as quantidades indicadas e colocar a caixa no microondas por uns minutos. Mais fácil que isto é impossivel! Nada de arroz queimado, agarrado ao tacho...

Também tenho a caixinha de fazer a omelete e o tacho de cozer a vapor, ambos para o micro-ondas, mas confesso que ainda não experimentei. Acho que a minha dependencia de comer arroz falou mais alto.

Vês, Paulo... já não morres à fome! Já podes comer arroz! :D


Só falta a Bimby...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Está na moda ser saudável

Sim, é mesmo uma tendência porque há cada vez mais pessoas a aderirem a esta cena de ser saudável [ou pelo menos fingir] e também fui na onda, ou então esta onda ajudou-me a manter mais o foco nos meus objectivos, e confesso que gosto cada vez mais disto. Está a entrar no sangue!

Estou longe, muito longe, de me tornar uma guru do assunto e nunca na vida vou tornar-me numa fundamentalista até porque gosto de aproveitar os dois mundos e se consigo encaixar ambos na minha vida [com conta, peso e medida], acho que está perfeito. 

E penso que é isso que neste momento está a acontecer na minha vida. Diariamente tomo cuidado com o que como e tento sempre optar pelas coisas mais saudáveis e tento equilibrar o barco mas acho que o Paulo gosta de ter companhia para conhecer restaurantes novos, para comer um hamburguer com molho de cogumelos e esparregado ou para um jantar descontraído depois de um dia de trabalho. E eu adoro isso! Sou feliz a comer e isso ninguém me pode tirar!

Perdi-me um pouco em Dezembro, durante o período festivo [quem não se perde?]. Os jantares de Natal, mais os jantares a dois, mais a viagem a Salamanca não contribuíram em nada e ganhei peso. Tentei não fazer um bicho de sete cabeças no assunto, apenas tive que mentalizar-me que tinha que voltar à rotina e assim o fiz. A primeira semana custou bastante e vacilei no fim-de-semana seguinte. Voltei a tentar na semana seguinte até que o motor voltou a pegar e numa semana voltei ao meu peso. Desconhecia [e agora agradeço bastante!] a capacidade que o meu organismo tem em desintoxicar-se! Até fico impressionada, confesso que não tinha mesmo a consciência deste tal fenómeno.

Cada vez mais interesso-me pelo assunto. Sigo várias contas no Instagram, Facebook e acompanho vários blogs. Quero comprar o novo livro da Mafalda e o da Ana Bravo. Quero aprender mais e cozinhar cada vez melhor.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Do abacate e como fui enganada

A Catarina Beato [dias de uma princesa] faz louvores ao abacate e eu, que nunca tinha comido abacate na vida, comprei para experimentar.

Li algures que devem ser consumidos bem maduros, então, escolhi os mais maduros que havia. Trouxe dois. Bem, levar um é quase uma vergonha e três pode ser demasiado. Se for realmente bom depois posso comprar mais, pensei eu.

Eu estava a adorar a ideia de ter mais um alimento na minha rotina alimentar. Estava mesmo feliz com isso. Quando cheguei a casa, além de comer uma grande taça com iogurte grego ligeiro com whey, descasquei um abacate para experimentar... 

...


... que coisa horrivel, senhores! Não consegui gostar daquilo nem só um bocadinho! Fiquei mesmo muito triste e desiludida com o final desta história que tinha tudo para ser feliz. 

Posso ter tido azar com o abacate, certo? E também dizem que temos que comer dez vezes a mesma coisa para gostar dela, não é? Por isso, acho que vou tentar mais uma vez [ou as vezes suficientes para acabar com os abacates] para que a nossa relação resulte.

Agora lembrei-me que posso fazer guacamole e sentar-me no sofá com tiras de milho...  

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Um salto a Salamanca #1

Cinco dias passaram a correr mas confesso que já estava a sentir-me saturada de estar a viver num hotel, até porque o meu organismo não colabora quando estou fora de casa e isso revela-se no meu estado de humor.

Gostei muito de Salamanca, exepto o preço excessivo da comida. Acho que foi mesmo o que mais me desiludiu em toda a viagem! Não é que os restaurantes sejam maus, até porque tinham todos optimo aspecto e muito mais acolhedores que os restaurantes de Portugal mas era tudo muito caro em comparação à quantidade de comida que ofereciam. Se calhar somos nós que somos lambões e comemos que nem alarves... mas mesmo assim podiam baixar um pouco mais o preço. O exemplo disto é que os sitios onde comemos melhor foi mesmo no Mcdonald's e no Papizza, que nos salvou na noite de passagem de ano e enfardamos pizza até rebentar.

Sim, sabemos que é uma zona turistica e que é o negocio deles mas dar 8,50€ por um prato com dois ovos mexidos, salsichas e batatas fritas acho que é demasiado.

Mas adiante...

Ficamos alojados no Ibis de Salamanca. O Ibis é o hotel que sabemos que não falha! Um hotel Ibis tanto é igual aqui em Lisboa, como no Porto ou até mesmo em Salamanca e é muito justo em relação à qualidade-preço. O truque está em reservar o hotel com alguma antecedencia e, se possivel, através do AccorHotels onde quem tem cartão de fidelização pode acumular pontos e trocar por descontos em estadias.

Para além de visitar a cidade, outro dos nossos objectivos foi tirar uns dias para a preguiça e dedicar algum tempo a nós, por isso termos lá estado cinco dias. Acho que dois ou três dias são mais que suficientes para visitar a cidade e os principais monumentos.

[continua...]

sábado, 3 de janeiro de 2015

Para o primeiro post do ano...


Tenho um bom presságio para este ano. Se for igual a 2014 fico satisfeita. Aliás, posso dizer que estes últimos anos foram os melhores [isto de crescer, ganhar maturidade e independência traz as suas vantagens]. Mas este 2014 foi especial, passei-o ao lado do Paulo e isso permitiu passar muitos bons momentos e conhecer muitos sítios ao lado dele… Resta acreditar que os próximos 365 dias sejam igualmente incríveis. 

Como a maioria das pessoas [excluindo o Paulo] tenho a minha lista de objectivos a concretizar para este ano. Até costumo fazê-la duas vezes por ano: na passagem de ano e em Setembro, depois das férias, um refresh daquilo que realmente quero. O início das aulas, o voltar ao trabalho e o fim das férias de verão é sempre um bom recomeço a meio do ano e redefinir os nossos objectivos e prioridades.

Este ano vou escrever os meus objectivos na agenda, para o caso de me esquecer deles ou de perder o norte vou lá dar uma olhadela. 

Entre eles quero manter o meu foco #healthyandhappylife [que se perdeu com as festividades] e iniciar o exercício físico para #umbigoerabofelizes. Quero ir a Londres com o Paulo. Quero terminar o curso [tenho um mês para isso, logo devia estar a desenhar neste momento]. E investir mais na minha formação. Tenho que ser mais poupada, isso significa não perder a cabeça com os saldos… O que está a ser difícil porque quero muito, muito comprar uma saia e uns calções nos saldos da Zara. Mas acho que se estabelecer um valor mensal justo para as futilidades acho que consigo organizar-me bem [nem 8, nem 80]. Quero ser mais poupada até porque um dos outros objectivos será começar uma #vidaadois. E também preciso de comprar um carro [por mais velho que seja, o que interessa é que ande, não dê muitos problemas e que consuma pouco]. 

E quero aproveitar mais o tempo, focar-me mais nos estudos e no trabalho e dedicar-me mais aos meus. Quero saborear e desfrutar todos os momentos felizes que possa ter… quero encontrar um equilíbrio na minha vida. Posso ter que trabalhar muito e ter poucas férias mas vou fazer com que todos os bocadinhos valham a pena, para carregar energias. E quero cozinhar mais! Isso perdeu-se um pouco neste ultimo tempo mas quero voltar as receitas e a cozinhar a sério. É algo que me deixa tão feliz mas que tenho deixado para trás.

E acho que é isto!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A culpa é das hormonas

É assim que me sinto. Alterada.

O dia no trabalho foi do mais chato que há: cansativo mas não fiz nada de jeito. Um ensaio que durou mais de oito horas, ao ponto de entrar em sofrimento por não fazer ideia do que se estava a fazer, de não ser conclusivo, de só ver problemas atrás de problemas, de desperdiçar quilos e quilos de matéria-prima. De estar horas e horas em pé, de fazer força, de queimar as mãos...

Saber que graças a isto tudo que atrasei o meu trabalho todo e que no final da semana não vou estar na fábrica e por isso tenho que fazer ginástica de maneira a que consiga ter tudo mais ou menos organizado até quarta feira. Então, trago trabalho para casa para fazer depois de jantar mas neste momento tenho a certeza que não vou pegar nisso porque estou sem cabeça. Não merecem o meu esforço. Talvez amanhã.

A alimentação nos últimos dias tem sido uma porcaria, não consigo voltar ao meu ritmo, à minha rotina, à minha comida. Assusta-me ao prever que os próximos dias não vão ajudar em nada porque são jantares atrás de jantares, porque são brunchs, porque são formações em Lisboa onde não tenho a minha comida. E de não conseguir saber lidar com isso, de não saber como conseguir contornar isto da melhor forma. Enquanto compensar os meus descontrolos de humor e cansaço com comida é porque as coisas ainda não estão controladas, embora as melhorias significativas dos últimos meses.

Depois estou chateada comigo mesma, rabugenta, ao ponto de não me suportar. Ao ponto de ter vontade de chorar só para ver se alivia esta nuvem negra que paira sobre mim.

Hoje não consigo lidar comigo. 

E faltam quatro dias para terminar a pílula...

sábado, 22 de novembro de 2014

Hamburgueria Portuguesa by Farnel

Ontem foi dia de dar atenção à gorda que há em mim e encher a pança de coisas boas [e porcarias].
Depois se 600km feitos durante o dia, sentei-me na Hamburgueria Portugesa by Farnel e só saí da lá a rebolar.


Gostei bastante do ambiente. Tem uma decoração simples e cheia de luz, com preferência pelos brancos e com pequenos apontamentos tradicionais como a bancada de pedra e azulejos típicos, que contrastam com as linhas rectas e modernas das mesas e cadeiras.

A comida estava deliciosa! Para entrada pedimos umas fatias de pão com chouriço gratinadas de comer. Tenho sempre o mesmo problema, por mim jantava apenas entradas ou então teria que ter um estômago extra porque perco-me sempre com elas.


Para prato principal optei por um Hamburguer Castiço no pão, enquanto o Paulo babou-se pelo Hamburguer à Bulhão Pato. Não posso opinar pelo hambuguer dele até porque ele só deixou-me comer um mini camarão, mas o meu estava muito bem preparado. Adorei o molho das batatas e o hamburguer estava bem confeccionado. Fez lembrar-me os hamburguers do Honorato mas em melhor!


Não provámos as sobremesas porque não tínhamos estômago para mais. Talvez para uma próxima vez trocamos as entradas pelos doces. 

A única coisa que ficou a faltar foi a simpatia dos empregados. O rapaz que estava a servir a nossa mesa pouco ou nada disse além do 'o que é que vão desejar?', parecia que estava lá por obrigação e que era um sacrifício atender os clientes. 

O sitio onde se situa, mesmo em pleno Freeport, também tira um pouco o encantamento ao restaurante e falha um pouco o facto de não ter casa de banho. Quem tiver muito aflitinho ou lavar as mãos tem que andar 15km até à casa-de-banho publica mais próxima. 


*Todas as fotos foram retiradas da página de Facebook do restaurante

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Está na moda ser saudável

Tudo começou com uma brincadeira. Com uma aposta entre mim e ele em como conseguia perder três quilos num mês. Caso ganhasse, ele oferecia-me um anel da Pandora.

Cagativo, pensei eu.

Os primeiros quilos são sempre os mais fáceis, são aqueles que desaparecem num piscar de olhos. E assim foi. No dia 1 de Setembro ao dia 1 de Outubro cortei nos sumos, nos bolos, batatas fritas e jantares pesados. Comia sempre bem ao pequeno-almoço e deixei de atacar a máquina do refeitório do trabalho e os almoços na Didi. Perdi quatro quilos e o anel veio parar à minha mão.

Mas continuei. A aposta ficou ganha, não fiz mais nenhuma [podia ter aproveitado, não é?] mas continuei a portar-me bem, a alimentar-me o mais saudável que possível e... já perdi mais de sete quilos! Nem eu própria tenho consciência daquilo que fiz porque não me custou praticamente nada. Quer dizer, tive alguns episódios em que tive alguns ataques compulsivos estúpidos como o aniversário da minha irmã, a ida ao Porto [mas tinha que aproveitar] e um ou outro jantar. Mas ao mesmo tempo acho que faz parte e neste momento estou a conseguir conciliar esses episódios menos bons... em manter o equilíbrio, em abusar mas no dia seguinte voltar à rotina e não pensar no perdido por cem, perdido por mil e comer tudo o que aparece à frente durante uma semana. 

Nunca pensei que conseguiria alterar os meus hábitos alimentares e perder esta quantidade de quilos. Está muito para além das minhas expectativas. O Paulo deu-me a força e empurrãozinho que eu precisava [e ele é tão bom em dar-me força!] e eu lá fui atrás daquilo que há meses eu sonhava.